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segunda-feira, janeiro 11
Filme do Lemmy
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sexta-feira, janeiro 8
Chimichurri
Ok. Esta receita foi baseada em uma pesquisa rápida e meus próprios gostos por coisas fortes e os Chimichurri/adobe.
INGREDIENTES:
1,5 xícaras de alho desbaratado (ou 2 cabeças de alho)
2 cebolas roxas
2 xícaras de salsinha picada
suco de 4 limões
1 xícara de orégano
5 pimentas dedo de moça
6 colheres de sopa de páprica picante
1 colher de chá de pimenta do reino branca moída
1 colher de sopa de sal
1,5 xícaras de azeite de oliva extra-virgem
água morna
MÉTODO:
Primeiramente hidrate com um pouco de água morna o alho, ou pique ele.
Pique a cebola e a salsinha e misture.
Adicione o suco dos limões e mexa.
Adicione os demais ingredientes, deixando por ultimo o azeite de oliva e a água morna.
REFEÊNCIAS que usei para fazer esta receita:
http://pt.wikipedia.org/wiki/Chimichurri
http://www.muitomaisreceitas.com.br/receitas/molhos/molho_chimichurri.html
http://www.aquiargentina.com.br/noticia.php?id=54&tipo_noticia=frente
http://llazarte.mat.unb.br/chimichurri.html
http://cybercook.terra.com.br/molho-chimichurri-esta-receita-e-uruguaia-na-comunidade.html?codigo=15043
http://blogdopeco.blogspot.com/2009/11/chimichurri-uruguaio.html
http://bacaninha.uol.com.br/v1/recebe.php?id=3588&a=1
quarta-feira, janeiro 6
Hacker Pschorr anno 1417
Com a união dos poderes da Hackerbräu e a Pschorrbräu aconteceu por volta de 1800 eu sou o capitão pla... ops não é isso.
Hacker PschorrEstilo: KELLER e ZWICKEL, A Keller e a Swickel são cervejas pouco comum, não são filtradas (portanto turvars) nem pasteurizadas (servidas na pressão e não engarrafadas), e ficam maturando de maneira exposta, sem cobertura. Pode ser bem amarga e tem álcool médio. [fonte]
Graduação: 5,5%
Fabricante: Hacker-Pschorr Brewery
Aroma leve de fermento e um pouco de cereis e alcool, a ANNO 1417 se mostrou uma cerveja turva de coloração cobre e com boa formação de espuma e carbonação abundante. no paladar ela se mostra inicialmente refrescante e pouco alcoolica mas no seu retrogosto está o amargo do lupulo e o gosto leve do malte. bem leve nos primeiros goles mas conforme se bebe mais se sabe de uma cerveja...
Veredicto: é uma cerveja boa, muito autentica (cerveja de verdade). Refrescante e com drinkability na medida certa. Na verdade acho que tomei ela com temperaturas acima do indicado, mas foi bom assim mesmo.
www.hacker-pschorr.de/
segunda-feira, janeiro 4
London Porter

Ok, se tem um estilo foda apara mim depois das Strong Belgan ALE este estilo é a Porter : Cervejas escuras geralmente tomadas por gente nos portos de Londres, geralmente operários, que misturavam algumas bebidas para conceguir uma bebida mais escura forte e amarga. Hoje em dia é feita principalmente com grãos torrados e é maturada por meses até estar pronta para o consumo.

London Porter
Estilo: Brown Porter *
Graduação: 5,4 %
Fabricante: Fuller's
Cerveja de aparência pesada (escura, turva e um pouco viscosa no copo) de pouca e fugaz espuma e de cheiro alcoólico seco e torrado (carvão?). No paladar apresenta um amargor equilibrado com notas de torrado e chocolate com um fundo alcoólico, bem encorpada. seu retrogosto foi bem interessante: primeiramente um forte alcoólico depois amargo e por ultimo um duradouro gosto de café.
Veredicto: FODA! de ter aos montes em casa, mas não é uma cerveja de beber aos montes sozinha.
quinta-feira, dezembro 31
Chimay Triphel
A Chimay é uma das Trapistas mais difundidas, Seu nome vem da região onde ficava a Abadia de Scouurmont, na Bélgica (e fica ainda, não deve ter saido do lugar) e seu tipo de cerveja vem da classificação que os monges cervejeiros utilizavam para denominar as cervejas que eles faziam e bebiam: a Enkel (básica, mais fraca para o dia-dia); a Dubbel (cerveja média feita originalmente para festas religiosas); a Tripel (mais forte) e ainda a Quadrupel (termo mais recente utilizado para cervejas belgas de maior teor alcoólico).Hoje em dia esta classificação é usada para se referir na quantidade de malte empregada, a Tripel contem três vezes mais malte e assim por diante. O nome Tripel as vezes também é usado para se referir a cervejas com três maltes diferentes, entre eles a cevada.
Ladainhas a parte, vamos ao que importa...
Chimay TriphelEstilo: Belgian Tripel
Graduação: 8%
Fábrica: Abadia de Scouurmont
Cerveja de aroma cítrico e alcoólico, boa formação de espuma, duradoura e consistente. exalou um cheiro muito agradável de cereais e frutado, com notas de cravo. Liquido de coloração cobre e carbonação apenas inicialmente de textura um pouco licorosa. No paladar esta cerveja se mostrou levemente doce e amarga com notas cítricas(laranja) e picante e com um final alcoólico e cítrico.
Veredicto: Bah! Me fez repensar os Monges.
www.chimay.com/
Victory ALE
Esta cerveja foi criada pela Duvel, devil ou demônio em belga, seu nome é derivado do apelido que esta cerveja recebeu de diabólica por ser uma Ale forte e de alto teor alcoólico (8,5%). Seu nome original era Victory ALE, que comemorava o fim da primeira guerra*.
DUVELEstilo: Belgan Golden Strong Ale
Graduação: 8,5%
Fábrica: Moortgat
ALE de cheiro de malte e fermento, cheiro que some muito rápido por sinal, coloração dourada límpida com liquido vivido e borbulhante. A espuma dessa Ale teve de ser praticamente comida, muito duradoura e com consistência de um creme, formação de Belgian Lace a medida que o copo se esvazia. Na boca ela se mostrou bastante alcoólica e refrescante, com o gosto de malte um pouco mais de fundo e retrogosto amargo.
Veredicto: A Duvel é a Belgan Golden Strong Ale original uma cerveja forte e com aparência enganosa e muito sedutora, eu tenho uma certa queda por ALEs de todos os tipos mas essa é fenomenal.
www.duvel.be
sábado, dezembro 26
Boehmia Confraria
Buenas, vamos a essa cerveja de um estilo um tanto quanto irregular, onde estão as cervejas belga-francesas concideradas mais criativas e de estilo "único".A idéia dessa cerveja foi resgatar uma receita de abadia tipica da idade média combinando malte de cevada e malte de aveia.
Estilo: Belgian Specialty Ale*
Graduação: 6,2%
Fabricante: American Beverage Corporation
Cerveja com forte aroma de malte e fermento, lembra muito uma massa de pão doce. Cor dourada, de carbonação leve e com formação de pouca mas duradoura espuma, essa espuma permanesceu no copo mesmo depois da cerveja acabar. No paladar ela apresentou uma combinção de costo e textura pegajosa, muito adocicada e com notas de especiarias bem ao fundo. De final doce.
Veredicto: Bah, me vê uma polar. Doce demais, chegou a cobrir os outros sabores.
terça-feira, dezembro 22
Férias e Cerveja
OK... ano novo, bebidas novas.Alguns dias de férias vão cair muito bem e comprei mantimentos para uns dias.
terça-feira, dezembro 15
Kukri
Hoje eu me peguei pensando em facas no ônibus e tive o impulso de comprar um par de facas Kukri, me parece uma boa idéia ainda. Acabei pesquisando e descobrindo uma cultura toda por traz dessa arma/ferramenta. mas tanto faz...Talvez o final do Dexter tenha me deixado um pouco emotivo em relação a facas, mas a verdade é que eu já tinha Upado a trilha sonora que o Daniel Licht fez para o seriado e tenho ouvido ela bastante, é uma boa trilha sonora para fazer qualquer coisa, principalmente quando só tu escuta a trilha como ela aparece em um seriado.
Link:
domingo, dezembro 13
Entrevista da Veja.com e UOL

?
Leiam esta entrevista pulicada no UOL.
Por Carlos Madeiro:
Com 40 anos de experiência em estudos do clima no planeta, o meteorologista da Universidade Federal de Alagoas Luiz Carlos Molion apresenta ao mundo o discurso inverso ao apresentado pela maioria dos climatologistas. Representante dos países da América do Sul na Comissão de Climatologia da Organização Meteorológica Mundial (OMM), Molion assegura que o homem e suas emissões na atmosfera são incapazes de causar um aquecimento global. Ele também diz que há manipulação dos dados da temperatura terrestre e garante: a Terra vai esfriar nos próximos 22 anos
Em entrevista ao UOL, Molion foi irônico ao ser questionado sobre uma possível ida a Copenhague: “perder meu tempo?” Segundo ele, somente o Brasil, dentre os países emergentes, dá importância à conferência da ONU. O metereologista defende que a discussão deixou de ser científica para se tornar política e econômica, e que as potências mundiais estariam preocupadas em frear a evolução dos países em desenvolvimento.
UOL: Enquanto todos os países discutem formas de reduzir a emissão de gases na atmosfera para conter o aquecimento global, o senhor afirma que a Terra está esfriando. Por quê?
Luiz Carlos Molion: Essas variações não são cíclicas, mas são repetitivas. O certo é que quem comanda o clima global não é o CO2. Pelo contrário! Ele é uma resposta. Isso já foi mostrado por vários experimentos. Se não é o CO2, o que controla o clima? O sol, que é a fonte principal de energia para todo sistema climático. E há um período de 90 anos, aproximadamente, em que ele passa de atividade máxima para mínima. Registros de atividade solar, da época de Galileu, mostram que, por exemplo, o sol esteve em baixa atividade em 1820, no final do século 19 e no inicio do século 20. Agora o sol deve repetir esse pico, passando os próximos 22, 24 anos, com baixa atividade.
UOL: Isso vai diminuir a temperatura da Terra?
Molion: Vai diminuir a radiação que chega e isso vai contribuir para diminuir a temperatura global. Mas tem outro fator interno que vai reduzir o clima global: os oceanos e a grande quantidade de calor armazenada neles. Hoje em dia, existem boias que têm a capacidade de mergulhar até 2.000 metros de profundidade e se deslocar com as correntes. Elas vão registrando temperatura, salinidade, e fazem uma amostragem. Essas boias indicam que os oceanos estão perdendo calor. Como eles constituem 71% da superfície terrestre, claro que têm um papel importante no clima da Terra. O [oceano] Pacífico representa 35% da superfície, e ele tem dado mostras de que está se resfriando desde 1999, 2000. Da última vez que ele ficou frio na região tropical foi entre 1947 e 1976. Portanto, permaneceu 30 anos resfriado.
UOL: Esse resfriamento vai se repetir, então, nos próximos anos?
Molion: Naquela época houve redução de temperatura, e houve a coincidência da segunda Guerra Mundial, quando a globalização começou pra valer. Para produzir, os países tinham que consumir mais petróleo e carvão, e as emissões de carbono se intensificaram. Mas durante 30 anos houve resfriamento e se falava até em uma nova era glacial. Depois, por coincidência, na metade de 1976 o oceano ficou quente e houve um aquecimento da temperatura global. Surgiram então umas pessoas - algumas das que falavam da nova era glacial - que disseram que estava ocorrendo um aquecimento e que o homem era responsável por isso.
UOL: O senhor diz que o Pacífico esfriou, mas as temperaturas médias Terra estão maiores, segundo a maioria dos estudos apresentados.
Molion: Depende de como se mede.
UOL: Mede-se errado hoje?
Molion: Não é um problema de medir, em si, mas as estações estão sendo utilizadas, infelizmente, com um viés de que há aquecimento.
UOL: O senhor está afirmando que há direcionamento?
Molion: Há. Há umas seis semanas, hackers entraram nos computadores da East Anglia, na Inglaterra, que é um braço direto do IPCC [Painel Intergovernamental sobre Mudança Climática], e eles baixaram mais de mil e-mails. Alguns deles são comprometedores. Manipularam uma série para que, ao invés de mostrar um resfriamento, mostrassem um aquecimento.
UOL: Então o senhor garante existir uma manipulação?
Molion: Se você não quiser usar um termo tão forte, digamos que eles são ajustados para mostrar um aquecimento, que não é verdadeiro.
UOL: Se há tantos dados técnicos, por que essa discussão de aquecimento global? Os governos têm conhecimento disso ou eles também são enganados?
Molion: Essa é a grande dúvida. Na verdade, o aquecimento não é mais um assunto científico, embora alguns cientistas se engajem nisso. Ele passou a ser uma plataforma política e econômica. Da maneira como vejo, reduzir as emissões é reduzir a geração da energia elétrica, que é a base do desenvolvimento em qualquer lugar do mundo. Como existem países que têm a sua matriz calcada nos combustíveis fósseis, não há como diminuir a geração de energia elétrica sem reduzir a produção.
UOL: Isso traria um reflexo maior aos países ricos ou pobres?
Molion: O efeito maior seria aos países em desenvolvimento, certamente. Os desenvolvidos já têm uma estabilidade e podem reduzir marginalmente, por exemplo, melhorando o consumo dos aparelhos elétricos. Mas o aumento populacional vai exigir maior consumo. Se minha visão estiver correta, os paises fora dos trópicos vão sofrer um resfriamento global. E vão ter que consumir mais energia para não morrer de frio. E isso atinge todos os países desenvolvidos.
UOL: O senhor, então, contesta qualquer influência do homem na mudança de temperatura da Terra?
Molion: Os fluxos naturais dos oceanos, polos, vulcões e vegetação somam 200 bilhões de emissões por ano. A incerteza que temos desse número é de 40 bilhões para cima ou para baixo. O homem coloca apenas 6 bilhões, portanto a emissões humanas representam 3%. Se nessa conferência conseguirem reduzir a emissão pela metade, o que são 3 bilhões de toneladas em meio a 200 bilhões?Não vai mudar absolutamente nada no clima.
UOL: O senhor defende, então, que o Brasil não deveria assinar esse novo protocolo?
Molion: Dos quatro do bloco do BRIC (Brasil, Rússia, Índia e China), o Brasil é o único que aceita as coisas, que “abana o rabo” para essas questões. A Rússia não está nem aí, a China vai assinar por aparência. No Brasil, a maior parte das nossas emissões vem da queimadas, que significa a destruição das florestas. Tomara que nessa conferência saia alguma coisa boa para reduzir a destruição das florestas.
UOL: Mas a redução de emissões não traria nenhum benefício à humanidade?
Molion: A mídia coloca o CO2 como vilão, como um poluente, e não é. Ele é o gás da vida. Está provado que quando você dobra o CO2, a produção das plantas aumenta. Eu concordo que combustíveis fósseis sejam poluentes. Mas não por conta do CO2, e sim por causa dos outros constituintes, como o enxofre, por exemplo. Quando liberado, ele se combina com a umidade do ar e se transforma em gotícula de ácido sulfúrico e as pessoas inalam isso. Aí vêm os problemas pulmonares.
UOL: Se não há mecanismos capazes de medir a temperatura média da Terra, como o senhor prova que a temperatura está baixando?
Molion: A gente vê o resfriamento com invernos mais frios, geadas mais fortes, tardias e antecipadas. Veja o que aconteceu este ano no Canadá. Eles plantaram em abril, como sempre, e em 10 de junho houve uma geada severa que matou tudo e eles tiveram que replantar. Mas era fim da primavera, inicio de verão, e deveria ser quente. O Brasil sofre a mesma coisa. Em 1947, última vez que passamos por uma situação dessas, a frequência de geadas foi tão grande que acabou com a plantação de café no Paraná.
UOL: E quanto ao derretimento das geleiras?
Molion: Essa afirmação é fantasiosa. Na realidade, o que derrete é o gelo flutuante. E ele não aumenta o nível do mar.
UOL: Mas o mar não está avançando?
Molion: Não está. Há uma foto feita por desbravadores da Austrália em 1841 de uma marca onde estava o nível do mar, e hoje ela está no mesmo nível. Existem os lugares onde o mar avança e outros onde ele retrocede, mas não tem relação com a temperatura global.
UOL: O senhor viu algum avanço com o Protocolo de Kyoto?
Molion: Nenhum. Entre 2002 e 2008, se propunham a reduzir em 5,2% as emissões e até agora as emissões continuam aumentando. Na Europa não houve redução nenhuma. Virou discursos de políticos que querem ser amigos do ambiente e ao mesmo tempo fazer crer que países subdesenvolvidos ou emergentes vão contribuir com um aquecimento. Considero como uma atitude neocolonialista.
UOL: O que a convenção de Copenhague poderia discutir de útil para o meio ambiente?
Molion: Certamente não seriam as emissões. Carbono não controla o clima. O que poderia ser discutido seria: melhorar as condições de prever os eventos, como grandes tempestades, furacões, secas; e buscar produzir adaptações do ser humano a isso, como produções de plantas que se adaptassem ao sertão nordestino, como menor necessidade de água. E com isso, reduzir as desigualdades sociais do mundo.
UOL: O senhor se sente uma voz solitária nesse discurso contra o aquecimento global?
Molion: Aqui no Brasil há algumas, e é crescente o número de pessoas contra o aquecimento global. O que posso dizer é que sou pioneiro. Um problema é que quem não é a favor do aquecimento global sofre retaliações, têm seus projetos reprovados e seus artigos não são aceitos para publicação. E eles [governos] estão prejudicando a Nação, a sociedade, e não a minha pessoa.
Fonte
segunda-feira, novembro 30
sexta-feira, novembro 20
Fazendo uma Mesa de Luz
Eu sempre quiz ter uma mesa de luz e algumas vezes pensei no que poderia dar uma mesa de luz boa e prática, mas sempre faltou o material... isso até a minha mudança: achei um scaner estragado e na hora vi que ele ia se tornar uma boa mesa de luz.E eu fiz.
Bem transformar um scaner em uma mesa de luz não é exatamente um desafio, mas o importante é que o resultado fica muito bom.
O Processo
primeiro eu reuni os componentes que faltavam: parafusos, uma lampada florecente aluminio para fazer um suporte a parte eletrica de um abajur que eu tinha sobrando além de algumas ferramentas.
1º Limpar
Retirar tudo que pode pesar de dentrodo scaner, aqui já pode ter uma visão geral de como vai ficar dispostos as peças dentro e riscar a posição centralizada do suporte da lâmpada.

2º O Suporte
Eu usei um pedaço de aluminio, mas essa parte pode ser feita com qualquer coisa que prenda a lampada de maneira estável (lembrando que essa mesa vai ser ligada na rede, então tudo deve ficar o mais fixo pocível e de preferência usar materiais isolantes).

3º A parte elétrica
É a parte simples uma vez que todo circuito da lampada é integrado e é só ligar o suporte, da lampada em um interuptor e em uma tomada ou direto em uma tomada, tudo isolado e bem preso.
Nota: aproveite as peças do scaner na montagem, elas podem ter função nesta nova montagem: chaves, parafusos, pinos, encaiches, buracos podem melhorar o projeo além de poupar trabalho.
E está pronto:
quarta-feira, novembro 4
Baden Baden Red Ale & Patricia porter
Baden Baden Red Ale
Estilo: Red Ale
Graduação: 9,2%
Fábrica: Baden Baden, Campos do Jordão
Assim que se abre a garrafa pode-se ter a certeza do tipo de cerveja pelo cheiro, que embora seja fraco, apresenta o aroma de pão. Cerveja meio viscosa e turva de coloração alaranjada a marrom e pouca carbonação, apresentou pouco creme bege. Sabor modereado ácido e doce com corpo médio e final amargo.
Veredicto: A Red Ale da baden baden teve um pró e um contra muito marcante, o pró é que é uma Ale que cumpre o seu papel, tem as características mais esperadas , o contra é que ela quase se aproxima de uma cerveja feita em série, sem aquele extra que eu espero encontrar sempre que eu abro uma cerveja Ale. A Golden Ale de trigo foi muito melhor.
Patricia Porter
Estilo: Robust PorterGraduação: 5,6%
Fábrica: Uruguai
Cerveja de coloração marrom/quase-preta, carbonação vivida boa e formação de espuma bege, duradoura e densa. Apresenta uma forte aroma dos maltes torrados. Em seu gosto há um equilibrio de gostos fortes como o ácido e gosto de defumado e o alcolico, mesmo assim apresentou um drinkability bom.
Veredicto: Cerveja Brutal, forte e de personalidade. Recomendo a compra de várias por vez.
Duas cervejas buenas e é isso!

