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terça-feira, agosto 9

Aquecimento global

Comparação entre previsões alarmistas de aquecimento e dados observados de concentração de carbono e temperatura em superfície mostra que praticamente não há relação entre estas duas variáveis e que estas previsões de aquecimento não se concretizaram.

NASA satellite data from the years 2000 through 2011 show the Earth's atmosphere is allowing far more heat to be released into space than alarmist computer models have predicted, reports a new study in the peer-reviewed science journal Remote Sensing. The study indicates far less future global warming will occur than United Nations computer models have predicted, and supports prior studies indicating increases in atmospheric carbon dioxide trap far less heat than alarmists have claimed.

Study co-author Dr. Roy Spencer, a principal research scientist at the University of Alabama in Huntsville and U.S. Science Team Leader for the Advanced Microwave Scanning Radiometer flying on NASA's Aqua satellite, reports that real-world data from NASA's Terra satellite contradict multiple assumptions fed into alarmist computer models. ... (continua)

fonte: Yahoo News

domingo, dezembro 13

Entrevista da Veja.com e UOL















?

domingo, 13 de dezembro de 2009 | 6:25

Leiam esta entrevista pulicada no UOL.

Por Carlos Madeiro:
Com 40 anos de experiência em estudos do clima no planeta, o meteorologista da Universidade Federal de Alagoas Luiz Carlos Molion apresenta ao mundo o discurso inverso ao apresentado pela maioria dos climatologistas. Representante dos países da América do Sul na Comissão de Climatologia da Organização Meteorológica Mundial (OMM), Molion assegura que o homem e suas emissões na atmosfera são incapazes de causar um aquecimento global. Ele também diz que há manipulação dos dados da temperatura terrestre e garante: a Terra vai esfriar nos próximos 22 anos

Em entrevista ao UOL, Molion foi irônico ao ser questionado sobre uma possível ida a Copenhague: “perder meu tempo?” Segundo ele, somente o Brasil, dentre os países emergentes, dá importância à conferência da ONU. O metereologista defende que a discussão deixou de ser científica para se tornar política e econômica, e que as potências mundiais estariam preocupadas em frear a evolução dos países em desenvolvimento.

UOL: Enquanto todos os países discutem formas de reduzir a emissão de gases na atmosfera para conter o aquecimento global, o senhor afirma que a Terra está esfriando. Por quê?
Luiz Carlos Molion: Essas variações não são cíclicas, mas são repetitivas. O certo é que quem comanda o clima global não é o CO2. Pelo contrário! Ele é uma resposta. Isso já foi mostrado por vários experimentos. Se não é o CO2, o que controla o clima? O sol, que é a fonte principal de energia para todo sistema climático. E há um período de 90 anos, aproximadamente, em que ele passa de atividade máxima para mínima. Registros de atividade solar, da época de Galileu, mostram que, por exemplo, o sol esteve em baixa atividade em 1820, no final do século 19 e no inicio do século 20. Agora o sol deve repetir esse pico, passando os próximos 22, 24 anos, com baixa atividade.

UOL: Isso vai diminuir a temperatura da Terra?
Molion: Vai diminuir a radiação que chega e isso vai contribuir para diminuir a temperatura global. Mas tem outro fator interno que vai reduzir o clima global: os oceanos e a grande quantidade de calor armazenada neles. Hoje em dia, existem boias que têm a capacidade de mergulhar até 2.000 metros de profundidade e se deslocar com as correntes. Elas vão registrando temperatura, salinidade, e fazem uma amostragem. Essas boias indicam que os oceanos estão perdendo calor. Como eles constituem 71% da superfície terrestre, claro que têm um papel importante no clima da Terra. O [oceano] Pacífico representa 35% da superfície, e ele tem dado mostras de que está se resfriando desde 1999, 2000. Da última vez que ele ficou frio na região tropical foi entre 1947 e 1976. Portanto, permaneceu 30 anos resfriado.

UOL: Esse resfriamento vai se repetir, então, nos próximos anos?
Molion: Naquela época houve redução de temperatura, e houve a coincidência da segunda Guerra Mundial, quando a globalização começou pra valer. Para produzir, os países tinham que consumir mais petróleo e carvão, e as emissões de carbono se intensificaram. Mas durante 30 anos houve resfriamento e se falava até em uma nova era glacial. Depois, por coincidência, na metade de 1976 o oceano ficou quente e houve um aquecimento da temperatura global. Surgiram então umas pessoas - algumas das que falavam da nova era glacial - que disseram que estava ocorrendo um aquecimento e que o homem era responsável por isso.

UOL: O senhor diz que o Pacífico esfriou, mas as temperaturas médias Terra estão maiores, segundo a maioria dos estudos apresentados.
Molion: Depende de como se mede.

UOL: Mede-se errado hoje?
Molion: Não é um problema de medir, em si, mas as estações estão sendo utilizadas, infelizmente, com um viés de que há aquecimento.

UOL: O senhor está afirmando que há direcionamento?
Molion: Há. Há umas seis semanas, hackers entraram nos computadores da East Anglia, na Inglaterra, que é um braço direto do IPCC [Painel Intergovernamental sobre Mudança Climática], e eles baixaram mais de mil e-mails. Alguns deles são comprometedores. Manipularam uma série para que, ao invés de mostrar um resfriamento, mostrassem um aquecimento.

UOL: Então o senhor garante existir uma manipulação?
Molion: Se você não quiser usar um termo tão forte, digamos que eles são ajustados para mostrar um aquecimento, que não é verdadeiro.

UOL: Se há tantos dados técnicos, por que essa discussão de aquecimento global? Os governos têm conhecimento disso ou eles também são enganados?
Molion: Essa é a grande dúvida. Na verdade, o aquecimento não é mais um assunto científico, embora alguns cientistas se engajem nisso. Ele passou a ser uma plataforma política e econômica. Da maneira como vejo, reduzir as emissões é reduzir a geração da energia elétrica, que é a base do desenvolvimento em qualquer lugar do mundo. Como existem países que têm a sua matriz calcada nos combustíveis fósseis, não há como diminuir a geração de energia elétrica sem reduzir a produção.

UOL: Isso traria um reflexo maior aos países ricos ou pobres?
Molion: O efeito maior seria aos países em desenvolvimento, certamente. Os desenvolvidos já têm uma estabilidade e podem reduzir marginalmente, por exemplo, melhorando o consumo dos aparelhos elétricos. Mas o aumento populacional vai exigir maior consumo. Se minha visão estiver correta, os paises fora dos trópicos vão sofrer um resfriamento global. E vão ter que consumir mais energia para não morrer de frio. E isso atinge todos os países desenvolvidos.

UOL: O senhor, então, contesta qualquer influência do homem na mudança de temperatura da Terra?
Molion: Os fluxos naturais dos oceanos, polos, vulcões e vegetação somam 200 bilhões de emissões por ano. A incerteza que temos desse número é de 40 bilhões para cima ou para baixo. O homem coloca apenas 6 bilhões, portanto a emissões humanas representam 3%. Se nessa conferência conseguirem reduzir a emissão pela metade, o que são 3 bilhões de toneladas em meio a 200 bilhões?Não vai mudar absolutamente nada no clima.

UOL: O senhor defende, então, que o Brasil não deveria assinar esse novo protocolo?
Molion: Dos quatro do bloco do BRIC (Brasil, Rússia, Índia e China), o Brasil é o único que aceita as coisas, que “abana o rabo” para essas questões. A Rússia não está nem aí, a China vai assinar por aparência. No Brasil, a maior parte das nossas emissões vem da queimadas, que significa a destruição das florestas. Tomara que nessa conferência saia alguma coisa boa para reduzir a destruição das florestas.

UOL: Mas a redução de emissões não traria nenhum benefício à humanidade?
Molion: A mídia coloca o CO2 como vilão, como um poluente, e não é. Ele é o gás da vida. Está provado que quando você dobra o CO2, a produção das plantas aumenta. Eu concordo que combustíveis fósseis sejam poluentes. Mas não por conta do CO2, e sim por causa dos outros constituintes, como o enxofre, por exemplo. Quando liberado, ele se combina com a umidade do ar e se transforma em gotícula de ácido sulfúrico e as pessoas inalam isso. Aí vêm os problemas pulmonares.

UOL: Se não há mecanismos capazes de medir a temperatura média da Terra, como o senhor prova que a temperatura está baixando?
Molion: A gente vê o resfriamento com invernos mais frios, geadas mais fortes, tardias e antecipadas. Veja o que aconteceu este ano no Canadá. Eles plantaram em abril, como sempre, e em 10 de junho houve uma geada severa que matou tudo e eles tiveram que replantar. Mas era fim da primavera, inicio de verão, e deveria ser quente. O Brasil sofre a mesma coisa. Em 1947, última vez que passamos por uma situação dessas, a frequência de geadas foi tão grande que acabou com a plantação de café no Paraná.

UOL: E quanto ao derretimento das geleiras?
Molion: Essa afirmação é fantasiosa. Na realidade, o que derrete é o gelo flutuante. E ele não aumenta o nível do mar.

UOL: Mas o mar não está avançando?
Molion: Não está. Há uma foto feita por desbravadores da Austrália em 1841 de uma marca onde estava o nível do mar, e hoje ela está no mesmo nível. Existem os lugares onde o mar avança e outros onde ele retrocede, mas não tem relação com a temperatura global.

UOL: O senhor viu algum avanço com o Protocolo de Kyoto?
Molion: Nenhum. Entre 2002 e 2008, se propunham a reduzir em 5,2% as emissões e até agora as emissões continuam aumentando. Na Europa não houve redução nenhuma. Virou discursos de políticos que querem ser amigos do ambiente e ao mesmo tempo fazer crer que países subdesenvolvidos ou emergentes vão contribuir com um aquecimento. Considero como uma atitude neocolonialista.

UOL: O que a convenção de Copenhague poderia discutir de útil para o meio ambiente?
Molion: Certamente não seriam as emissões. Carbono não controla o clima. O que poderia ser discutido seria: melhorar as condições de prever os eventos, como grandes tempestades, furacões, secas; e buscar produzir adaptações do ser humano a isso, como produções de plantas que se adaptassem ao sertão nordestino, como menor necessidade de água. E com isso, reduzir as desigualdades sociais do mundo.

UOL: O senhor se sente uma voz solitária nesse discurso contra o aquecimento global?
Molion: Aqui no Brasil há algumas, e é crescente o número de pessoas contra o aquecimento global. O que posso dizer é que sou pioneiro. Um problema é que quem não é a favor do aquecimento global sofre retaliações, têm seus projetos reprovados e seus artigos não são aceitos para publicação. E eles [governos] estão prejudicando a Nação, a sociedade, e não a minha pessoa.

Fonte

sexta-feira, setembro 25

O Convite

É ou não é legal?
Como alguem pode não achai isso tri !

Ônibus para Colação de Grau da Meteorologia 2009-2

Figura 1 : Imagem meramente ilustrativa do interior de um ônibus

Saída da Casa do Estudante
, às 19:00 horas
.

Percurso: Casa do Estudante (Andrade Neves), Dom Pedro II, General Osório, Av. Bento Gonçalves, prolongamento da Bento, Av. Duque de Caxias ( Coca-Cola), Av. Três de Maio, Av. Eliseu Maciel, Auditório da FAEM.

O ônibus, ver figura 1, retornará para a Casa do Estudante no final da colação de grau.

quinta-feira, junho 18

Aquecimento? Certeza?





(o resto é só seguir os links)

Apesar de ser uma verdade muito conveniente ao governo norte-americano eu ainda acho que é a verdade, não existe aquecimento global.

O clima local está mudando e computando essas mudanças elas totalizaram em resfriamento. O termo global que é o problema: ele implica que a terra está acumulando energia térmica e a culpa é do gás carbônico e o vapor d'água. Acontece que a presença de vapor d'água é altamente dependente da temperatura e o mesmo ocorre com as concentrações de CO2.

A atmosfera pode oscilar de vários modos e apresentar vários comportamentos complexos e de várias escalas de tempo e espaço para ser considerada um sistema linear, é muito pelo contrario um sistema altamente não-linear. Navier-Strokes (a Equação do movimento usada na hidrodinâmica e por consequência na Meteorologia) é um dos grandes desafios da matemática, nunca foi achada uma solução analítica, e inclusive a teoria do caos surgiu de um artigo que apenas queria estudar o problema simples de convecção que envolvia essa equação.

Simplificações a parte, o que notamos do tempo e suas mudanças não são uma boa base, as tendências e médias de temperaturas do mar por exemplo oscilam em frequências decadais, lembra de como foi a temperatura de 10 anos atrás?

Mas uma coisas é certa: a temperatura nas cidades deve estar realmente subindo, e deve subir mais, com áreas cada vez maiores sendo asfaltadas e superfícies cobertas que ficam sem umidade (um controlador térmico) e também com maior absorção de calor (menor albedo), portanto não só aumentando a temperatura máxima, mas também aumentando a amplitude térmica.

PS1: Mas não temam eu estou falando de efeitos locais, o futuro será confortável como deitar encima do asfalto num dia de sol, vai ser quente nas cidades altamente urbanizadas, mas isso não significa que o mundo precisa ser salvo por um bando de ecologistas que não têm noção sobre o que falam.

PS2: me obriguei a ver todos os vídeos, na verdade o motivo do governo americano estar nessa (pelo menos por enquanto) é ter controle sobre quem usa quais recursos. É o velho Tio San de sempre fazendo sempre a mesma bosta por você [a última parte(9) tem os detalhes dos intereces].

quarta-feira, maio 6

Desmistificando o Aquecimento Global

Já que eu esses dia meti o pau nos entusiastas do "aquecimento global" gostaria de mostrar esse trabalho cientifico, de pesquisa bibliografica pesada, que apresenta muitos argumentos embasados em varias sub-áreas da meteorologia e geofísica, que sustenta a minha opinião de que esse aquecimento global é coisa de quem quer "salvar o planeta dos malvados":

DESMISTIFICANDO O AQUECIMENTO GLOBAL - Luiz Carlos Baldicero Molion
Instituto de Ciências Atmosféricas, Universidade Federal de Alagoas


PS: não sou a favor do lançamento pesado de gases que intencificam o efeito estufa( lembrando que é um efeito responsavel pela manutenção da temperatura e sustenta a estabilidade térmica nescessária para o sustento da vida). Mas francamente defendam a qualidade do ar não essa fantasia de catastrofe.

quinta-feira, março 26

Sai o relatoriode mudanças climaticas do IMPE

O Inpe(Instituto de pesquisa espacial) está divulgando um relatório de mudanças climáticas. Por favor, leiam isso antes de pronunciar essas duas palavras em uma conversa, e evitem a boçalidade e o senso comum.(sei que meus leitores estão longe disso, mas vai saber quem pode ler isso).

Mudanças Climáticas

Minha opinião de meteorologista, sobre mudanças climáticas, é a mesma de meu prof. de climatologia: é uma questão de microclima. As cidades estão maiores e a crescente cobertura de asfalto e concreto aumenta e essas ilhas de calor(sim, as cidades são ilhas de calor!), elas aumentam de tamanho e se intensificam, por isso não são usados dados urbanos para muitos fins meteorológicos, eles não são tão representativos das condições reais da atmosfera. Já a atmosfera não há esse aumento na temperatura que sentimos (ela está acontecendo apenas onde estamos afinal).

Se tivermos um sensor em uma cidade no meio de uma praça. Qualquer alteração do asfalto que a rodeia, alguma construção ou a simples poda de algumas árvores pode dar diferenças significativas nas medidas. Mas a questão é se o planeta, ou seja, na ordem de 10 elevado na 13 toneladas de ar, podem ser alteradas assim.

O único modo de alterar a temperatura global, é se tivermos mecanismos que permitam que o balanço de energia seja sempre positivo, mas não é oque ocorre.

Este mesmo professor tem um trabalho que diz que a temperatura global está diminuindo, As cidades é que estão mais quentes(uau que surpresa!). E que as calotas polares daqui do sul estão na verdade mais espessas, os nossos amiguinhos do norte que estão com diminuição das deles(outra coisa fantástica!).

Bem, a informação é controlada por quem? quem tem credibilidade para dizer e ser ouvido pelo mundo e formar uma opinião conveniente, mesmo que absurda sobre a realidade?Outra opinião que eu sustento é a de E. N. Lorenz. Ele afirma que a atmosfera por ser um sistema altamente não-linear possui vários modos de oscilação e para períodos de tempo longos(décadas talvez) ela pode ser considerada caótica - com previsões impraticáveis - e portanto em pontos críticos nos quais essas mudanças de modo ocorrem. Essas mudanças de modo são mecanismos naturais de reestruturação reequilíbrio de energia naturais como a circulação geral, ventos, chuvas e fenomenos em todas escalas na atmosfera.

Edward Norton Lorenz , o pai da teoria do caos.
Mais sobre Lorenz.

segunda-feira, março 23

Dia Mundial do Meteorlogista e Meteorologia!

Comemoremos o dia mundial do meteorologista! já comemorei no final de semana, mas talvez mereça uma comemoração extra!

O tema da OMM desse ano é : “Tempo, clima e ar que respiramos”, perai... nos respiramos ar... nunca me falaram disso na faculdade...

Dia 3 foi o dia nacional do meteorologista e da Meteorologia.

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